Sempre novos artigos com conteúdos especialmente desenvolvidos para você que é Lojista.

Estudo da consultoria Accenture projeta crescimento de cerca de 80% nos pagamentos digitais no Brasil até 2026

Entrando em mais um tema interessantíssimo para todos nós, esse crescimento citado já vem
acontecendo exponencialmente e em grande escala.
E a expectativa é de que esse crescimento de pagamentos digitais seja cada vez mais intenso e, principalmente,
substitua o dinheiro em espécie rapidamente.


O sistema de transferência de valores entre instituições financeiras – PIX, que vigora há quase
um ano e criado pelo Banco Central do Brasil puxa o carro das novas operações que
praticamente já fazem parte do dia a dia de cada cidadão deste país.


Cada vez mais os famosos DOCs e TEDs vão caindo em desuso, principalmente porque em alguns
bancos eles são cobrados e, o PIX, é gratuito.
E precisamos citar que isso teve e tem muita influência direta dos bancos digitais, que trabalham
em formato muito diferente dos bancos tradicionais, mudando a cultura e os modos com que
os brasileiros estavam habituados a fazerem as suas operações financeiras.


Esse porcentual de crescimento tem como previsão saltar de 360 bilhões para 650 bilhões de
dólares. Parece sim, mas o nosso país tem muitos campos a serem explorados, seguindo essa
linha de raciocínio na qual inserimos nesse assunto.


Mas todos nós temos a ciência de que mudar algo tão enraizado no Brasil requer muito cuidado,
persistência e plena capacidade de adaptação dos sistemas e processos praticados há décadas.
Essa transição para algo muito mais moderno e virtual certamente é um desafio, entretanto,
podemos pegar como exemplo a China que, atualmente, quase 80% das transações financeiras
do país em 2019 ocorrem via caminhos digitais. E o detalhe é o aumento de mais de 60% em
cerca de 5 anos de utilização naquele país.


Voltando ao nosso país, a modalidade de pagamentos digitais tem previsão de dobrar nesse
período de 5 anos, com os bancos sofrendo intensa pressão para que seus sistemas sejam
rapidamente adaptados.


E não podemos, de forma alguma, deixar de citar a tão recorrente citada pandemia da Covid-19,
visto que foi um caminho que fez que os bancos acelerassem as atualizações, implantações e
gestão das transações e pagamentos digitais em um ritmo não previsto, mas que certamente
mudou de uma forma permanente o meio de se efetuar um simples pagamento, seja um boleto,
seja uma compra de mercado, por exemplo.


Tais mudanças foram bem intensas em virtude de que no mesmo período foi implantada a LGPD
– Lei Geral de Proteção aos Dados (confira artigo já inserido em pauta por aqui!). Ou seja, os
profissionais de TI sem sombra de dúvidas que passaram a ter muito mais trabalho e de diversas
vertentes.
Você deve ter percebido que frisamos muito a questão da transição para pagamentos digitais e
a rápida mudança para esta modalidade cada vez mais atual na vida de todos nós e vimos o quão
a taxa de declínio no uso do dinheiro em espécie vem ocorrendo.

Tudo isso porque o consumidor abraçou e está realmente aberto às mudanças comportamentais
de como tratamos as transações financeiras (e digitais), tendo um aumento na concorrência do
oferecimento desse tipo de produto diante da briga sadia de uma fatia na participação no
mercado.


Ao mesmo tempo, os consumidores buscaram maneiras de se proteger ao realizar suas compras.
Nesse contexto, cresceu o uso do cartão de débito, das vendas remotas e do pagamento por
aproximação. No fim do ano, os cartões transacionaram 46% do consumo das famílias.


Em 2020 os cartões de crédito, débito e pré-pagos movimentaram juntos R$ 2 trilhões no Brasil,
conforme dados divulgados pela ABECS (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de
Crédito e Serviços). O cartão de crédito ainda é responsável pela maior parte desse volume (R$
1,18 tri), apesar de crescimento no uso do cartão de débito.


Entretanto o Brasil tem uma disparidade apresentada neste assunto no qual se destaca no
cenário internacional por maior uso do cartão de crédito, débito e, acreditem, na utilização do
dinheiro em espécie e, as carteiras digitais que tanto comentamos aqui ainda são relativamente
pouco usadas por aqui, embora esteja em uma crescente.


Como os meios de pagamento eletrônicos movimentam quase a metade do consumo das
famílias no ano passado, certamente os próximos anos e, imaginando um cenário bem otimista
e mais arrojado, tem tudo para termos novas ferramentas, novas modalidades, enfim, novas
maneiras de se tratar o nosso dinheiro, cada vez mais virtual. E o consumidor está disposto a
seguir nessa linha.


Esperamos que tenha gostado de mais esse conteúdo!

Curta, compartilhe e continue conosco!!


Grande abraço!!

Leia também ...

Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

INSCREVA-SE EM NOSSO BLOG

  

VEJA TAMBÉM