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Pix entenda como foi o início dessa operação

Enfim o Pix chegou! Esse foi o lançamento do Banco Central do Brasil em 2020, mais
precisamente em 16 de novembro e que deu início à era do pagamento instantâneo no Brasil.
Inicialmente esse novo sistema veio para revolucionar os meios de como os recursos são
transferidos entre contas, não sendo necessário utilizar o tradicional Doc ou o Ted, que por anos
os consumidores tinham a preocupação eminente com custos dessas operações e o tempo que
se tinha para fazê-las, seja para programar a transferência, seja para realizá-la no momento
oportuno.


Isso porque por muito tempo, transferências entre contas bancárias de diferentes instituições
só podiam ser feitas por meio de TEDs e DOCs. Pagamentos de contas eram feitos por boletos,
transações físicas, por cartões e com dinheiro vivo.
E antes da implantação desse novo meio de pagamento, o Banco Central promoveu uma fase
de testes para alguns clientes.


A Febraban avalia que o funcionamento do sistema no período de testes mostrou-se eficiente,
com volumes significativos de transações.
Segundo a Federação, desde o início da fase de testes até o dia 12 de novembro de 2020, foram
feitas 826 mil transações, totalizando cerca de R$ 325 milhões.


Após os primeiros testes com transações reais, o diretor de Organização do Sistema Financeiro
e Resolução do Banco Central – João Manoel Pinho de Mello, disse que a instituição sente muita
segurança e tranquilidade para assegurar à população o bom funcionamento do Pix.


Um dos motivos para isso, destacou o executivo, é a forma como o sistema foi desenvolvido, em
cooperação com todo o sistema financeiro.
“O Pix foi construído em um modelo de cocriação com as instituições financeiras, cooperativas
de crédito e instituições de pagamento. A cooperação é muito importante pois traz as melhores
práticas e garante o funcionamento suave do sistema”, disse.
O Pix, além de aumentar a velocidade destas transferências e – logo na sequência, dos
pagamentos, promoveu a competitividade e a eficiência do mercado, baixando custos e
aumentando a segurança, além de aprimorar a experiência dos clientes.


Outra questão na qual a pandemia deu uma forcinha para que fosse mais disseminada foi a
digitalização do mercado de pagamentos de varejo, promovendo a inclusão financeira e
preenchendo uma série de lacunas nos pagamentos disponíveis à época para a população.
Enfim, o Pix teve como proposta oferecer um meio de pagamento disponível 24 horas por dia,
7 dias por semana e em todos os dias do ano, pagamentos e transferências são concluídos em
até 10 segundos e podem ser feitos em qualquer horário e dia, incluindo finais de semana e
feriados.

Ou seja: o Pix facilita e agiliza as transferências de valores, o pagamento de contas e até
recolhimento de impostos e taxas de serviços, entre outras possibilidades e podem ser feitas
entre pessoas e estabelecimentos comerciais, empresas e para organizações governamentais.

E o melhor disso tudo é que, além de ser feito em tempo real, não há intermediação de terceiros!
O valor é debitado de uma conta e é creditado na outra conta diretamente para quem vai
receber os valores!
Algumas condições foram criadas como a obrigatoriedade de que tanto o remetente quanto o
destinatário tenham uma conta em banco, instituição de pagamento ou fintech – seja digital, de
pagamento ou uma simples conta corrente.


Para isso você precisa ter uma chave Pix que é nada mais do que uma forma de identificar uma
conta, como se fosse um apelido ou um atalho para a sua conta, que pode ser o número de
celular, e-mail, CPF ou CNPJ.
Atualmente também tem como fazer um pagamento digital via Pix por meio de um QR Code, ou
seja, fazendo a leitura de um código com a câmera do celular ou pelo aplicativo do próprio Banco
Central que é o Pix Copia e Cola, que basicamente é um facilitador na leitura do QR Code
direcionando o aplicativo da instituição financeira para o link ou código gerado do pagamento.


Um fato e, ao mesmo tempo, curiosidade que certamente já pairou sobre seus pensamentos: o
que significa Pix?
De acordo com o Banco Central, o novo meio de pagamentos foi batizado com o nome Pix
porque o termo lembra tecnologia, transações e pixels (os pontos luminosos de uma tela). Ou
seja: Pix não é uma sigla.


Agora que já está inserido no assunto e alimentado com informações bem atraentes sobre este
tema, curta e compartilhe com seus amigos!
Até a próxima e um grande abraço!!

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